quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Ainda a Falência do Partido Socialista

Estive a recordar
Os belos tempos
Salgado a comandar
Euros do BES aos centos

Agora é novo o banco
E os cofres são ocos
Os da Caixa em branco
E os socialistas andam loucos

Quem dera aos Soares
Que não houvesse Moderno
O padre e professores
Mas um banco eterno

Faça-se o aeroporto
E vendam-se as terrinhas
Parte para as bochechas
E o resto para as mãozinhas

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