Estive a recordar
Os belos tempos
Salgado a comandar
Euros do BES aos centos
Agora é novo o banco
E os cofres são ocos
Os da Caixa em branco
E os socialistas andam loucos
Quem dera aos Soares
Que não houvesse Moderno
O padre e professores
Mas um banco eterno
Faça-se o aeroporto
E vendam-se as terrinhas
Parte para as bochechas
E o resto para as mãozinhas
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